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Histórico

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Foi fundada oficialmente no dia 1º de dezembro de 1964, numa reunião que contou com a participação de seis profissionais piracicabanos, dois engenheiros e quatro arquitetos.

Foram eles: Engenheiro Civil Alexandre Szomolanyi, Engenheiro Eletricista Josemil Mendes de Campos e os Arquitetos Edward Guidi, Israel Nobre Gil, Reinold Clark Alvarez e Walter Naime.

Nos seus 49 anos de existência, a AEAP tem registrado a prestação de uma enorme gama de serviços em prol da coletividade de Piracicaba. Este caráter prestativo e colaboracionista é intrínseco à AEAP, pois mesmo antes de sua oficialização como entidade dos profissionais da área tecnológica piracicabanos, os profissionais que a fundaram participaram da revisão do Código de Obras do Município, aprovado pela Câmara de Vereadores no mesmo ano de sua fundação, colaborando assim com o poder público no interesse da comunidade

Outros profissionais foram também convidados a participar desta primeira reunião, tendo justificado sua ausência o engenheiro civil Cyro Barbosa Ferraz e o arquiteto João Chaddad. Estes dois também são considerados fundadores da AEAP, tendo participado da segunda reunião, realizada um mês e oito dias depois, no dia 9 de janeiro de 1965, quando foi apresentado e aprovado o Estatuto da AEAP.

A primeira diretoria da AEAP foi eleita e empossada no dia 10 de setembro de 1965, tendo como presidente o engenheiro civil Fausto Fonseca Filho e como vice-presidente o arquiteto Israel Nobre Gil.

À cerimônia de posse compareceram, além dos sócios fundadores, os seguintes profissionais e convidados especiais: Engenheiro Civil Antonio Wallace A. Chagas, Engenheiro Civil Carlos Moraes de Toledo, Engenheiro Eletricista Reginaldo P.Rizzi, Arquiteto Cyro Gatti Ferras Toledo, Engenheiro Agrônomo Jayme de Almeida, Engenheiro Químico Paulo Geraldo Serra, José Feigl, Elias Jorge, Menotti Lucchesi e Arnaldo V. Arzola.

A AEAP congrega atualmente mais de mil profissionais piracicabanos das mais diversas categorias da área tecnológica, como engenheiros civis, técnicos em edificações, engenheiros agrônomos, engenheiros florestais,. engenheiros agrimensores, eletrotécnicos, engenheiros eletrônicos, engenheiros de telecomunicação, engenheiros mecânicos, engenheiros de produção mecânica, engenheiros industriais, engenheiros químicos, engenheiros aeronáuticos, engenheiros metalúrgicos e tecnólogos mecânicos.

Ate hoje a AEAP ja foi presidida por vinte e uma diretorias, eleitas em assembléias gerais, como determina seu estatuto.

A atual diretoria está assim constituída: Presidente: Eng. Antonio Dirceu Zampaulo, 1º Vice-Presidente: Eng. Pedro Shigueru Katayama, 2º Vice-Presidente: Eng. Nilson Ferraz De Arruda, 1º Secretário: Eng. Alexandre Marques, 2º Secretário: Arquiteto e Urbanista : Walter Naime Filho, 1º Tesoureiro: Eng. Vilson Aparecido Siviero, 2º Tesoureiro: Eng. Jose Mario Andrello, Dir. de Edição: Eng. Vanda Moda, Dir. de Patrimônio: Eng. Luiz Antonio Bonella, Dir. de Eventos: Eng. Mario Antonio Aguiar Giordano, 1º Suplente: Eng. Luis Alberto Bourreau, 2º Suplente: Eng. Eder Galvão Candido.

Nos seus 49 anos de existência, a AEAP tem registrado a prestação de uma enorme gama de serviços em prol da coletividade de Piracicaba. Este caráter prestativo e colaboracionista é intrínseco à AEAP, pois mesmo antes de sua oficialização como entidade dos profissionais da área tecnológica piracicabanos, os profissionais que a fundaram participaram da revisão do Código de Obras do Município, aprovado pela Câmara de Vereadores no mesmo ano de sua fundação, colaborando assim com o poder público no interesse da comunidade.

A AEAP é uma das associações fundadoras da Faeasp-Federação das Associações de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo, participando ativamente de todos os movimentos e eventos promovidos por esta Federação, que congrega mais de 180 associações da área tecnológica de todo os Estado de São Paulo.

A AEAP conta também com representação no Conselho Coordenador de Entidades Civis de Piracicaba e no Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural, Conselho de Curadores da Fundação Municipal de Ensino, Comissão de Estudos da Planta Genérica do Município de Piracicaba, Conselho Municipal de Prevenção de Acidentes do Trabalho e Doenças Ocupacionais de Piracicaba, Conselho de Desenvolvimento Rural de Piracicaba, Conselho do Crea-Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo, Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente, Comissão do Projeto da Área Central da Cidade, Conselho de Revitalização Central, Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia.

A AEAP teve homologado o seu registro no Confea-Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia em 30 de setembro de 1983, o que lhe permitiu a ter o direito de representação junto ao CREA-SP.

A nível local, a AEAP tem colaborado com entidades civis e órgãos públicos de Piracicaba, principalmente a Prefeitura e a Câmara Municipal, fornecendo subsídios técnicos e pareceres em questões de alta relevância.

Uma prova disso é a sua participação, desde 1980, na elaboração da proposta do Plano Diretor de Desenvolvimento de Piracicaba.

A AEAP também sempre esteve à frente de movimentos de relevância para a comunidade piracicabana. Um exemplo é a campanha "Redenção Ecológica do Rio Piracicaba, que culminou com a criação do Consórcio Intermunicipal das Bacias do Piracicaba, Capivari e Jundiaí, que trouxe uma dimensão regional para os problemas que afligem o rio Piracicaba, promovendo assim uma maior participação das cidades ao longo da Bacia do Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

Os resultados efetivos dessa campanha podem ser medidos na recuperação das matas ciliares e na volta dos peixes e da piracema.

A mais recente causa em defesa do meio ambiente abraçada pela AEAP foi o movimento "Diga não à Carioba II", a usina termelétrica que seria instalada na região. Sendo a entidade representativa de um dos segmentos mais técnicos da sociedade, a AEAP não poderia ficar ausente de uma questão tão polêmica que viria mais uma vez sangrar o rio Piracicaba, além de contribuir para o agravamento da poluição na região.