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Seminário

Data 05/07/2014

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Seminário "A Importância do Agro na Economia", dia 5 de julho, a partir das 8h, na Coplacana (avenida Luciano Guidotti, 1.937, Piracicaba).


Seminário a importância do agronegócio na economia

Discute:

A Importância do Agro na Economia é o tema do seminário que será realizado dia 5 de julho, a partir das 8h, na Coplacana, em Piracicaba. O ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues participa como palestrante.


A lista de debatedores inclui José Coral, presidente da Afocapi (Associação dos Fornecedores de Cana de Piracicaba), Luiz Carlos Correa Carvalho, presidente da Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), Tarcísio Mascarim, secretário de desenvolvimento econômico de Piracicaba, Arnaldo  Bortoletto, presidente da Coplacana (Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo), José Vicente Caixeta Filho, diretor da Esalq-USP, Angelo Frias Neto, presidente da Acipi (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba), Hermas Amaral Germek, diretor da Fatec, Pedro Mizutani, da Raízen, e Ricardo Caiuby de Faria, da Sucral.


Segundo José Otávio Menten, um dos organizadores, a intenção é reunir representantes de toda a cadeia para discutir os principais desafios do setor, que é o esteio da economia brasileira. Menten é coordenador do curso de engenharia agronômica da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), presidente do CCAS (Conselho Científico para Agricultura Sutentável, vice-presidente da Abeas (Associação Brasileira de Ensino Agrícola Superior) e diretor de educação do Crea-SP (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia).


Enquanto o crescimento previsto para a economia no Brasil em 2014 é inferior a 2%, o agro deverá continuar crescendo. “Em 2013 a agricultura cresceu 7%, sendo o setor que mais contribuiu para que o PIB brasileiro atingisse 2,3%. Em 2014 deve ser, novamente, o principal setor de nossa economia, talvez um pouco abaixo do crescimento de 2013”, afirma Menten, lembrando que os grandes desafios incluem infraestrutura logística (transporte multimodal e capacidade de armazenamento), legislação/direito à propriedade, fortalecimento das cooperativas e associações de produtores, diversificação e agregação de valor da produção, custo elevado da mão-de-obra e legislação trabalhista, ocorrência e manejo de pragas e licença ambiental para construção de infraestrutura.


Apesar dos gargalos, estimativas do setor indicam que a produção agrícola (vegetais e animais) deve gerar renda de R$ 440 bilhões em 2014. “Daí a importância de reunirmos representantes de todo o setor para discutirmos os principais problemas e alternativas a fim de que haja uma retomada de investimentos e que o Brasil consolide sua posição de fornecedor de alimentos que mais cresce no mundo”, declara Menten.


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